Vivenciando a arte do extremo.
Paro e me pergunto.
Que proveito há em amar,
Ou pelo menos a alguém me aprisionar?
Realmente não é necessário viver em função de alguém,
Dizer que ama é considerável, até que tudo bem.
Porém abandonar minha essência, amigos, práticas, por um fantasioso amor,
NÃO, nunca mais.
Cauterizei minha mente para coisas do tipo,
Congelei meu coração, para que nenhuma faísca de paixão,
Embriague minha estagnação.
Não posso, não devo alguém adorar!
A frustração da primeira ilusão,
Impediu-me que o beijo seja verdadeiro,
Tornando-o simplesmente um toque sem graça, saber e sem cheiro.
O sexo não é química, ela nem existe.
Formada assim minha ideia acerca do relacionamento "amoroso",
Conclui que devo viver intensamente o agora,
Sem paixões, sem os "continhos de fadas"
Abandonei definitivamente a vidinha surreal, de um tal amor sem igual.
Sr BloOd Jackass

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